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...quando as mãos descem de mim e se afundam nos séculos atrás de mim lagos imensos de torpor ardente que combate o fluído que se apodera da minha voz...pelas mãos se contam as cicatrizes da passagem do tempo em anéis desenvoltos sinónimos de vida preenchida... com as mãos moldo as verdades à imagem da minha vontade até perder a noção do falso e do verdadeiro do certo e do errado em inconsequentes imagens que me embrulham em papel pardo e corda de serapilheira... até que as mãos se separem e lutem uma contra a outra escondo o rosto contra o vento e visto-me de negro...o luto da apatia...